sábado, 27 de outubro de 2012

Ainda Quero...

 Eu ainda acredito nas casualidades, nos encontros, nas passagens. Nas conversas que temos, nas músicas que cantamos, no que somos e nunca deixamos de ser.
Eu acredito que podemos ser muito fortes, muito mais. Podemos ser como todos, e o tudo pode ser capaz, ainda quero suas mãos, suas idéias e defeitos, que me ensine o seu jeito, enquanto aprende o meu.
Quero que faça sentido, que seja proibido, mas que entre nós todos não exista Lei.
Quero ser tudo que tem graça, que tem gosto e dá para sentir.
Quero o que mais me dá vontade, e quero vontade para prosseguir...
Quero voar, mergulhar, morrer e matar essa vontade de querer, porque meu amor eu ainda sinto falta de você.    

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Meninos Invisíveis


Vejo nos olhares as súplicas
Em pequenos gestos os pedidos
Vejo em minhas mãos uma prece, por pequenos e perdidos
Não sei de onde vem.... Me pergunto aonde mora o amor?
Nos seus bolsos ou sorrisos?
Como não ver tanta dor?
Debaixo de um céu estrelado, dormem escondidos, vícios ao invés de sonhos, brincadeiras e perigos
Aonde está o abraço? Ou o aperto de mão?
Lar, família e um pouco de atenção?
Pena que poucos os vêem, meninos invisíveis filhos da desigualdade, levando no peito pequenas invejas, grandes perguntas e muitas tristezas, mas o dia amanheceu e ainda ali estão, para que o "acaso" possam lhe dar toda a atenção, pois são invisíveis aos olhos de uma sociedade sem coração.