sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Meninos Invisíveis


Vejo nos olhares as súplicas
Em pequenos gestos os pedidos
Vejo em minhas mãos uma prece, por pequenos e perdidos
Não sei de onde vem.... Me pergunto aonde mora o amor?
Nos seus bolsos ou sorrisos?
Como não ver tanta dor?
Debaixo de um céu estrelado, dormem escondidos, vícios ao invés de sonhos, brincadeiras e perigos
Aonde está o abraço? Ou o aperto de mão?
Lar, família e um pouco de atenção?
Pena que poucos os vêem, meninos invisíveis filhos da desigualdade, levando no peito pequenas invejas, grandes perguntas e muitas tristezas, mas o dia amanheceu e ainda ali estão, para que o "acaso" possam lhe dar toda a atenção, pois são invisíveis aos olhos de uma sociedade sem coração.

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